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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Golden Globes 2014


E aí galera, curtiram a cobertura da LdP na nossa página do Face?

E os seus favoritos? Venceram?

É impossível agradar a todos e, convenhamos, ali estão os que se saíram melhor no ano anterior. Eu sei que sempre falta algum aqui e ali, mas, de forma geral, a maioria que é indicada se sustenta em sua categoria. Ainda assim, existem algumas situações que me soam controversas...

Como o melhor diretor não dirigiu o melhor filme? Seria culpa do restante da produção o fato do prêmio ir parar nas mãos de outro?

E os fatos reais, interferem nos resultados? É bem verdade que foi muito alardeado o fato de a maioria dos grandes concorrentes serem baseados em fatos reais, mas, ainda assim, será que os juízos de valores que as pessoas possam ter com relação a um ou outro personagem real podem influenciar nas escolhas?

E os prêmios da TV? Esse sim é um terreno bem arenoso. É uma gama tão grande de opções que nos pegamos diminuindo a vitória de um pelo simples fato desta impossibilitar a vitória do nosso favorito. House of Cards é estupenda, mas Breaking Bad merecia o prêmio pelo fechamento com chave de ouro que teve. Sim, essa é a minha verdade, mas e tudo que House of Cards fez sendo oriunda do NetFlix, também não implicava em merecimento ao prêmio?

Cate Blanchett, Amy Adams, Jennifer Lawrence (!!!), Leo DiCaprio, Matthew McGonaughey, Jon Voight, todos ótimos atores. Os filmes? Nem todos chegaram ao Brasil ainda, mas parecem ser interessantes. Sheldon não ganhou? Ok, talvez já o tratem como 'hors concours' e não votem mais, rs. E os minions, não conseguiram vencer o gelo da Disney? Ok, isso não quer dizer que Meu Malvado Favorito 2 não seja uma boa animação. Sorte nossa que podemos acompanhar a todos esses e mais Bryan Cranston, Jared Leto, Robin Wright, Alfonso Cuaron, etc, etc, etc, etc.

Enfim, clique aqui e confira todos os vencedores. Comente o que achou e quais foram as suas 'injustiças'. Muitos desses atores/atrizes devem figurar logo logo em algum post por aqui ou no nosso podcast. Não deixem de acompanhar!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Globo de Ouro 2012 pela Liga

Não adianta achar que esta temporada de premiações estadunidenses vai surpreender. Elas estão todas situadas em Hollywood, nos Estados Unidos, e apesar dos prêmios do Globo de Ouro serem dados há 69 anos pela Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, eles irão premiar filmes que de alguma forma representem algo para a sociedade americana, e o que aquela indústria representa.

Na noite deste domingo o mundo assistiu mais um tapete vermelho repleto de moda, astros, estrelas, revelações, aspirantes, bons e maus atores. O caminho percorrido por estas pessoas culminou dentro do salão onde todos temiam pelo anfitrião: o ator inglês Ricky Gervais. Apresentando a premiação pela terceira vez, o ator chamou a atenção no ano passado ao fazer uma apresentação repleta de piadas de gosto duvidoso sobre os presentes, como você pode conferir no post do ano passado aqui. Este ano ele começou pegando uma lista e lendo as coisas que não poderia dizer, entre elas Mel Gibson e seu filme Um Novo Despertar dirigido por Jodie Foster, que segundo ele ninguém assistiu, mas que deveria ser bom. Ao chamar Johnny Depp, que foi apresentar o filme "A Invenção de Hugo Cabret", perguntou se ele havia assistido "O Turista", filme estrelado por Depp e Angelina Jolie destruído pela crítica e público que causou polêmica na premiação do ano passado ao ser indicado a melhor filme, sob a suspeita dos votantes terem sido comprados pela Sony com uma viagem para Las Vegas.

O anfitrião, que subiu ao palco acompanhado de uma copo em vários momentos, não fez qualquer piada com o politizado George Clooney, ator que tenta manter bem distantes sua carreira e sua vida pessoal. Mas o próprio Clooney, provavelmente pra não passar como mal humorado, fez piadas com uma bengala e o amigo Brad Pitt, que apesar de presente está machucado. Também disse que chamaria ao palco a "rainha do pop", e pediu para que Elton John não se levantasse pois estava falando de Madonna, a quem chamou de quase "like a virgin". Madonna também se divertiu ao chegar ao microfone e dizer que "se estou quase como uma virgem, venha aqui e faça alguma coisa. Faz um tempo que não beijo outra garota˜. Igualmente bem humorados foram Antonio Banderas e Salma Hayek, que recitaram um poema em espanhol após o anfitrião dizer que os dois parecem legais, apesar dele não ter entendido uma palavra da conversa com os dois. Provavelmente desavisados, Colin Firth não retrucou as piadas do conterrâneo, e Natalie Portman deu um sorriso sem graça quando subiu ao palco após o anfitrião anunciar que a atriz não recebeu nenhuma indicação neste ano porque, apesar de saber que é um erro, preferiu cuidar da família à carreira.

Os atores coadjuvantes em filme para cinema deste ano foram o veterano Christopher Plummer por Toda Forma de Amor (Beginners), e Octavia Spencer pela empregada negra que luta contra a segregação em Histórias Cruzadas (The Help); já os coadjuvantes em série, filme ou minissérie para tv foram o anão Peter Dinklage pela série "Guerra dos Tronos" da HBO, e a várias vezes premiada Jessica Lange por "American Horror Story", série criada por Ryan Murphy ("Glee"). Os melhores atores por filme ou minissérie para tv foram Kate Winslet pela mini "Mildred Pierce" da HBO, e Idris Elba por "Luther" da BBC. A melhor minissérie ou filme para tv ficou para britânica "Downton Abbey", que já está indo para sua terceira temporada de 7 episódios cada.

As melhores séries do ano são o drama "Homeland" do Showtime, que também premiou sua protagonista Claire Danes como melhor atriz dramática, que volta às telinhas como uma oficial da CIA instável que precisa investigar um soldado que volta do Iraque 8 anos após ser dado como desaparecido. O prêmio de melhor ator dramático ficou para Kelsey Grammer, ator conhecido pela comédia "Frasier", por seu forte trabalho como um prefeito de Chicago que descobre ter uma doença degenerativa em "Boss". A melhor comédia ficou novamente com "Modern Family", o melhor ator de comédia foi para o retorno do Joey de "Friends" por "Episodes" do Showtime, e a melhor atriz comediante foi Laura Dern pela (já não mais) quase cancelada dramédia "Enlightened" da HBO.

O melhor longa de animação do ano ficou para o altamente tecnológico "As Aventuras de Tintim", dirigido por Steven Spielberg, produzido por Peter Jackson com tecnologia de James Cameron. O melhor filme estrangeiro ficou surpreendentemente para o iraniano "A Separação", que desbancou o belga "O Garoto da Bicicleta" e o espanhol "A Pele que Habito". O melhor roteiro do ano foi para Woody Allen e seu "Meia Noite em Paris". A melhor trilha sonora foi para Ludovic Bource por "O Artista", que pediu desculpas por só falar francês, e arriscou poucas palavras em inglês. Madonna subiu ao palco pra agradecer o prêmio de melhor canção por "Masterpiece" do romance histórico dirigido por ela mesma "W.E.", e lembrou que não tinha a desculpa de só falar francês.

O melhor filme de comédia ou musical ficou para o mudo franco-americano "O Artista", que homenageia clássicos como "Cantando na Chuva", e que também deu a seu protagonista (francês, como também lembrado por ele) Jean Dujardin o prêmio de melhor ator, e até o cachorrinho do filme subiu ao palco.  Anunciado por Kate Beckinsale e Seth Rogen, que disse estar excitado pela colega, a melhor atriz por musical ou comédia é Michelle Williams por sua delicada e impressionante interpretação de Marilyn Monroe em "Sete Dias com Marilyn", e a atriz que sempre ameaça abandonar o cinema agradeceu sua filha com Heath Ledger. O melhor filme dramático ficou com "Os Descendentes" de Alexander Payne, pelo qual George Clooney, que ganhou o prêmio de melhor ator dramático, viaja com as filhas pra unir a família depois que sua esposa entra em coma após um acidente. Clooney não foi zuado por Gervais, mas disse que Michael Fassbender, que concorria por "Shame", pegou todas as cenas de nu frontal que ele poderia ter feito, e que o ator (que aparece totalmente nu no filme) pode jogar golfe sem as mãos apenas balançando o corpo. A melhor atriz dramática foi Meryl Streep e sua poderosa interpretação da primeira-ministra britânica Margaret Thatcher em "A Dama de Ferro". A atriz até tentou fazer piada, mas desistiu ao perceber não ter talento (!) para isso.

O melhor diretor do ano é quase que por unanimidade da crítica Martin Scorsese pelo filme-família "A Invenção de Hugo Cabret". E a honra do Prêmio Cecil B.DeMille pela carreira foi dado a Morgan Freeman, pelas mãos da lenda Sidney Poitier e de Helen Mirren.

Pra terminar a noite, o anfitrião desejou que todos gostem dos brindes que irão receber durante a festa. Porque entre mortos e feridos, digo vencedores e perdedores, sobram-se os caros brindes que eles recebem.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Globo de Ouro pela Liga

A Liga da Poltrona também fica ligada no Globo de Ouro 2011, onde a Imprensa Estrangeira premia os filmes e programas dramáticos da tv americana exibidos durante o ano de 2010. Todo ano se discute a real importância e relevância de prêmios como este, então eles têm tentado variar ao máximo seus indicados, ou seja, são filmes que custaram muito e que custaram pouco, atores bonitos e famosos e atores feios e desconhecidos.

Na noite deste domingo o canal TNT exibiu com tradução simultânea a 68ª festa com as premiações, apresentado pelo ator inglês Ricky Gervais que fez várias piadas constrangedoras, marcando bem sua marca que é o humor britânico muito específico, e deixando bem claro porque ele ainda não fez sucesso em Hollywood.

A noite começou com a premiação de Christian Bale (O Cavaleiro das Trevas) por ator coadjuvante num filme como um viciado em drogas macérrimo que treina o irmão pra ser um campeão pugilista no filme de David O. Russell O Vencedor, que estréia por aqui dia 28 de janeiro.

Katey Sagal
Em seguida veio a surpreendente premiação de melhor atriz por uma série de tv dramática para Katey Sagal em Sons of Anarchy, que fala sobre um grupo de motoqueiros, mas a atriz é mais conhecida como a Peggy Bundy de Married with Children/ Um amor de família e como a noiva de Locke em Lost.

As premiações continuaram surpreendendo ao filme de 5 horas, depois transformado em minissérie do Sundance Channel Carlos tirar o prêmio de Melhor Minissérie ou Telefilme de The Pacific, que era considerado o vencedor prévio. Carlos conta a história romanceada do terrorista Carlos Chacal é dirigido por um francês e tem um protagonista que assim como o personagem é venezuelano, e já passou pelo Brasil nas Mostras do Rio e SP.

E não parou de surpreender ao dar a Chris Colfer o prêmio de melhor ator coadjuvante numa série, minissérie ou filme de tv pelo seu Kurt na série cult Glee, que por aqui é exibido pela Fox. No discurso ele falou sobre a importância de discutir sobre o bullying, tema central da série.

Os prêmios pararam de surpreender um pouco para ficarem óbvios, mas merecedores. E Ricky Gervais chamou Bruce Willis de "pai de Ashton Kutcher" e Robert Downey Jr de "mais conhecido como o cara que se internou em diversas clínicas de desintoxicação".

O eterno coadjuvante de filmes (muitos deles do Adam Sandler!) Steve Buscemi finalmente ganhou um merecido prêmio de melhor ator por série dramática ao mostrar todo seu talento na série da HBO Boardwalk Empire, que teve primeiro episódio dirigido por Martin Scorcese.
Obviamente a melhor série dramática ficou para Boardwalk Empire, que fala sobre a lei seca nos EUA e suas consequências na máfia de Atlantic City, e mostra discretamente a ascensão de Al Capone. Os outros favoritos eram Mad Men, que mostra a ascensão da publicidade americana nos anos 50, e The Walking Dead, a badalada adaptação de uma HQ que fala de um apocalipse zumbi.

A melhor canção num filme ficou para "You Haven't Seen The Last of Me", interpretada por Cher no musical Burlesque, que é co-estrelado por Christina Aguilera. O filme estréia por aqui em 11 de fevereiro.
A melhor trilha sonora ficou com a interessante trilha colaborativa do Trent Reznor, vocalista da banda Nine Inch Nails com o maestro Atticus Ross para A Rede Social.

Andrew Garfield que fez o brasileiro de A Rede Social e será o novo Peter Parker se engasgou totalmente com as palavras ao apresentar o clipe de seu filme, só me provando que ele ainda não está preparado pra ser um astro. E Justin Bieber subiu ao palco pra apresentar o prêmio de melhor animação.
Claro que o prêmio de animação ficou com Toy Story 3, mesmo com excelentes animações este ano. Mas a verdade é que o filme está entre um dos melhores filmes de qualquer tipo de 2010, e deve ganhar uma indicação ao Oscar como melhor filme, mesmo que a Academia não indique 10 filmes, como fez no ano passado.

Annette Bening
A melhor atriz por filme musical ou comédia ficou para a maravilhosa Annette Bening pelo filme independente Minhas mães e meu pai, que é co-estrelado pela outra maravilhosa Julianne Moore. O filme, que mostra um casal de lésbicas que precisa lidar com o pai biológico de seus filhos já passou por aqui sem alarde, mas é um dos melhores do ano.

Al Pacino levou o prêmio de melhor ator por filme ou minissérie de tv pelo filme da HBO You Don't Know Jack, que é exibido pelo canal e mostra a história do Doutor Morte, que ajudava pacientes à beira da morte a morrer.

Continuando os prêmios previamente conhecidos, Claire Danes (Romeu e Julieta) levou como Melhor atriz de minissérie ou filme pra tv pelo filme também da HBO, também baseado em história real, Temple Grandin. O filme está sendo exibido pelo canal no Brasil.

Melhor Roteiro ficou para A Rede Social por Aaron Sorkin, conhecido pelos roteiros de Questão de Honra e da série The West Wing.

A melhor atriz coadjuvante por série, minissérie ou filme para tv é Jane Lynch, a Sue Sylvester de Glee, que era pra ser uma personagem temporária na série, mas conquistou todos. Agora a missão é não deixar a personagem cair na mesmisse.

O melhor filme estrangeiro ficou para Em um Mundo Melhor, da Dinamarca, dirigido por Susanne Bier que já fez sucesso por Brothers (que ganhou uma versão americana), Depois do Casamento e seu primeiro filme americano Coisas que Perdemos pelo Caminho com Halle Berry. O filme venceu do mexicano Biutiful com Javier Bardem, e do francês O Concerto, em cartaz no Brasil.

A atriz Laura Linney venceu como melhor atriz por série de comédia por The Big C, que estreou neste domingo na HBO, e mostra uma professora pacata que ao descobrir ter câncer resolve viver a vida de melhor maneira.

Jim Parsons com seu prêmio
E Jim Parsons ganhou por seu hilário e falastrão Sheldon Cooper de The Big Bang Theory, na categoria melhor ator por série de comédia. Ele já havia ganhado o Emmy, e é o grande ator da série.
A melhor atriz coadjuvante de cinema foi Melissa Leo por O Vencedor, onde ela interpreta a mãe dos protagonistas. Ela já havia sido indicada na categoria principal pelo filme Rio Congelado, mas ainda é considerada uma desconhecida atriz veterana.

Na reta final das premiações nem há tempo para piadas, já que o tempo é curto e caro na tv. Mas estes prêmios seguiram uma tendência, e foram merecedoras.

O melhor diretor de cinema foi o antes-tarde-do-que-nunca David Fincher, por seu extraordinário trabalho em A Rede Social. O filme tinha tudo pra ser chato, mas prende sua atenção de forma jovial, como deveria ser, mas sem parecer um videoclipe. O diretor fazia videoclipes, como o polêmico "Like a Prayer" da Madonna, e estreou no cinema com o complicado, porém hoje cult Alien 3, passou por trabalhos hoje considerados cult como Clube da Luta (que está no meu top 3) e fez muito sucesso comercialmente com O Estranho Caso de Benjamin Button.

A melhor série de comédia é Glee segundo a Imprensa Estrangeira, mas há que vá discordar. Acho que seu grande concorrente era Modern Family, já que 30 Rock já teve seu auge. Mas Glee, apesar de estar sendo acusada de ter mais músicas que história, causa maiores discussões sociais como bullying, racismo, homofobia,  aceitação sexual, e outros de forma positiva, além de ter uma produção requintada.

O melhor Ator por filme comédia ou musical ficou para Paul Giamatti em Minha Versão para o Amor, que deve estrear por aqui no dia 21 de janeiro. Seu grande concorrente era Johnny Depp por duas interpretações que não foram bem aceitas em Alice no País das Maravilhas e O Turista. E Kevin Spacey foi elogiado em Casino Jack, mas pelo filme falar sobre lobby foi ignorado.

Natalie Portman ganhou um grande prêmio pela primeira vez, pra começar bem o ano que é dela, como pode ver no nosso post aqui. Em Cisne Negro ela interpreta uma bailarina perturbada com a fama. Ela já era considerada vencedora na categoria e o filme estréia por aqui dia 4 de fevereiro.
Colin Firth

O melhor filme musical ou comédia é Minhas mães e meu pai, considerado o melhor da categoria. O filme independente (ou seja, custou pouco e foi difícil de filmar) toca em assuntos delicados de maneira séria e ao mesmo tempo bem humorada e natural, tem um ótimo elenco e não teve grande divulgação. É o Pequena Miss Sunshine que ninguém viu.

O melhor ator por um filme dramático foi Colin Firth por O Discurso do Rei, que estréia por aqui dia 11 de fevereiro. De certa forma o prêmio é uma consolação por não ter ganho no ano passado por seu excelente trabalho em Direito de Amar. O filme co-estrelado por Geoffrey Rush e Helena Bonham Carter é considerado um dos melhores do ano, e conta a história da ascensão do Rei George VI.

Os amigos de A Rede Social
O melhor filme dramático do ano foi A Rede Social, e pra mim e pra Liga não havia dúvidas como pode ver no nosso post aqui. Seu grande concorrente era O Discurso do Rei, apesar de muita gente ter torcido por Cisne Negro e A Origem. Mas cinematograficamente falando, venceu o mais completo, já que os outros têm muitas qualidades, mas se encaixam em nichos específicos de indies, filmes de ator e comerciais.


Como o prêmio é considerado um 'esquenta' pro Oscar, provavelmente os vencedores serão bem parecidos. Mas como não há divisão entre comédia e drama nos prêmios da Academia, os prêmios ficarão um pouco mais disputados para ator, atriz e filme. De uma maneira geral, a noite do Globo de Ouro foi positiva na opinião da Liga.